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domingo, 31 de maio de 2009

89. LAO-TSÉ OU LAO ZI.

Lao Zi.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Nome
Nome em
chinês:
老子
Pinyin:
Lǎozǐ
Wade-Giles:
Lao Tzu
Outras grafias:
Lao Tse, Laotse,Lao Tze, Laotze,Lao Tzu, Laotzu
Nome real:
Lǐ Ěr
Nome Cortês:
Bó Yáng
Título Póstumo:
Dān

Laozi deixa a China em seu búfalo.
Lao Zi (老子 Lǎozi, também escrito e pronunciado Laozi, Lao Tzu, Lao Tsé, Lao Tzi, Lao Tseu ou Lao Tze na forma de
Wade-Giles), foi um famoso filósofo e alquimista chinês. Sua imagem mais conhecida o representa sobre um búfalo, o processo de domesticação deste animal é associado ao caminho da iluminação nas tradições zen budistas.
A ele é atribuída a autoria de uma das obras fundamentais do
Taoísmo: o Tao Te Ching (道德經). A influência deste livro é tão disseminada que tornou-se na atualidade um dos livros mais traduzidos em todo o mundo.
Alguns consideram Lao Zi um personagem
mítico, no limiar das lendas. Uma destas lendas conta que ele nasceu com a aparência de um velho, por isto teria recebido este nome ("Lao Zi" significa literalmente "velho mestre"). Muitos consideram que esta lenda pode ser interpretada como uma metáfora sobre a antiguidade do taoísmo, fundamentado em conceitos filosóficos tradicionais anteriores à própria redação do Tao Te Ching.
Alguns estudiosos, como o Dr. Russell Kirkland, chegam a duvidar de sua existência como indivíduo, considerando sua obra um agregado de contribuições de antigos mestres taoístas. Seu texto sobre a "Comunidade Laoista" pode ser encontrado entre os links indicados abaixo nas "páginas externas".
Segundo Ronnie Littlejohn, o material escrito mais antigo associado a Lao Zi aparece nos capítulos internos da obra de
Zhuangzi.
As referências mais conhecidas informam que viveu aproximadamente no
Século VII a.C., entretanto muitos historiadores situam sua vida no Século IV a.C., durante a época das Cem Escolas de Pensamento e o Período dos Reinos Combatentes. O cânon religioso taoísta, citado abaixo, o situa quase mil anos antes.
Índice[
esconder]1 A história de Lao Zi segundo o cânon religioso taoísta
2 O Legado do Tao Te Ching
3 Sua influência
4 Bibliografia
5 Ver também
6 Ligações externas
//

[editar] A história de Lao Zi segundo o cânon religioso taoísta
O bebê Lao Zi e sua mãe
Em sua introdução de sua tradução da obra de Lao Zi TAO TE CHING: O Livro do Caminho e da Virtude, o Wu Jyh Cherng comenta sua história conforme os registros do
o cânon religioso taoísta, “Lao Tse teria nascido na província de Na Hue, na cidade de Guo Yang, no 25º dia da segunda lua do ano Ken-Tzen da era Wu-Tin (no período entre 1324 a.C.1408 a.C.).”
Segundo a mesma fonte, seu pai seria um famoso
alquimista da dinastia San que viveu mais de cem anos. Sua mãe e mestra o teria concebido ao engolir uma pérola de luz, e sua gestação teria demorado oitenta e um anos. “Lao Tse nasceu do lado esquerdo das costelas da sagrada mãe, no jardim da família sob uma árvore de nome Li (ameixeira), com cabelos brancos e orelhas grandes. Por isso, recebeu o nome de Lao Tse (filho velho) e Li Er (orelha grande da ameixeira).” A união dos termos chineses para velho e criança em seu nome justificam seu título de Senhor do Fim e do Princípio.
Foi convidado pelo
rei Wen para ser o responsável pela biblioteca real e assumiu o cargo de historiador real até o 19º dia da quinta lua do 25º ano da era do rei Zhao, ano em que “iniciou sua grande viagem para o ocidente, com intuito de chegar aos reinos da atual Índia, Afeganistão e Itália. Durante a viagem, permaneceu algum tempo na fronteira de Yü Men e aceitou o oficial-chefe da fronteira como discípulo. Ditou-lhe vários escritos, entre eles o Tao Te Ching.”
Até este ponto, temos a história mais divulgada sobre a vida do autor do Tao Te Ching, a continuação desta história registrada no canôn taoísta não é tão conhecida.

Lao Zi representado como divindade Taoísta
Ainda segundo o texto de Wu Jyh Cherng:
“Muitos anos depois, teve sua ascensão no
deserto de Gobi, durante a qual emanou raios de luz em cinco cores, transformando-se em corpo de luz dourada e desaparecendo no céu.”
“Após sua ascensão, retornou novamente à terra encarnado como filho único do senhor Li Po Yang da província Shu.” Seu discípulo Yi Shi, o oficial da fronteira, o reencontrou na aldeia da família Li. Diante dele a criança de três anos de idade revelou sua verdadeira imagem. Seu corpo cresceu, transformando-se em luz dourada branca. “Lao Tse pronunciou mais um ensinamento: o Tratado Maravilhoso do Princípio Solar do Tesouro do Espírito (Ling Bao Yuan Yang Miao Ching). Após concluir seu ensinamento, os duzentos membros da família Li ascencionaram seguidos por Lao Tse e Yi Shi. Isso aconteceu no dia 28 de abril de 1118 A.C.”
“Depois do segundo nascimento e ascensão, Lao Tse ainda retornou inúmeras vezes para transmitir os ensinamentos e para ordenar as novas tradições. Por isso, é chamado pelos taoístas como Sublime Patriarca do Caminho.”
Referência bibliográfica:
Wu Jyh Cherng, "Tao Te Ching - O Livro do Caminho e da Virtude de Lao Tse" (tradução direta do Chinês para o português). Editora Mauad. 1996 (a versão completa do livro encontra-se disponível para download na Biblioteca Virtual da Escola do Futuro da
USP, link indicado entre as "Páginas Externas", como obra em domínio público)
[editar] O Legado do Tao Te Ching
Ao deixar a China, o guarda da fronteira lhe pede que deixe um registro de sua sabedoria: o Tao Te Ching
Segundo a tradição
Chinesa, Lao Zi trabalhou muitos anos como bibliotecário real, exercendo o cargo de superintendente judicial dos arquivos imperiais em Loyang, capital do estado de Ch'u. Desgostoso com as intrigas e disputas da vida na corte ele decidiu abandonar esta vida, seguindo para as Terras do Oeste, em direção à India.
Ao chegar a fronteira, o guardião de fronteiras Yin-hsi reconheceu sua sabedoria, o reverenciou conforme a tradição chinesa pedindo para tornar-se seu discípulo e pediu a ele que antes de sair da China deixasse um registro de seus ensinamentos por escrito.
Assim, antes de partir Lao Zi escreveu os 81 pequenos poemas que receberam o título de Tao Te Ching.
Brecht e Lao Zi
Bertold
Brecht escreveu um belo conto sobre o importante papel deste guardião de fronteiras na transmissão deste legado para a humanidade. O poema foi escrito em 1938 e inserido na terceira parte do volume Poemas de Svendborg, publicado em Copenhagen em 1939. O texto completo com a tradução literal deste poema por Marcus V. Mazzari pode ser encontrado em "páginas externas". Esta é a conclusão do texto:
Mas não celebremos apenas o sábio
Cujo nome resplandece no livro!
Pois primeiro é preciso arrancar do sábio a sua sabedoria.
Por isso agradecimento também se deve ao aduaneiro:
Ele a extraiu daquele.

[editar] Sua influência
Pintura da Dinastia Qing onde Confúcio apresenta a Lao Zi o jovem Buda Gautama
O seu contacto com os livros e a sua sabedoria pessoal induziram-no a criar uma doutrina de carácter panteísta segundo a qual o Tao, ou caminho, é o princípio material e espiritual, criador e ordenador do mundo. No terreno prático preconizou a vida contemplativa e a supressão de qualquer desejo.
Lao-Tsé é tradicionalmente considerado o fundador do
Taoísmo, movimento com vertentes filosóficas e religiosas distintas designadas por nomes diferentes em chinês: Tao Chia é o têrmo que se refere ao taoísmo filosófico; Tao Chiao é o têrmo que se refere taoísmo religioso. Junto com o Confucionismo e o Budismo, o Taoísmo, integra os fundamentos da tradição espiritual da China.
Seu seguidor
Zhuangzi é outro famoso filósofo taoísta chinês cuja filosofia foi muito influente no desenvolvimento do Budismo Chan e do Budismo Zen.
Na religião taoísta Lao Zi recebe a consideração de uma divindade
A religião Taoísta o considera como uma divindade, reverenciada em diversos templos e cerimônias.

[editar] Bibliografia
Lao Tse,
ISBN 85-7279-065-9, Editora Ordem do Graal na Terra
Lao Tzu, Hua Hu Ching: Os Últimos Ensinamentos de Lao Tzu (Hua-Ching Ni), Editora Pensamento

[editar] Ver também
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Tao
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[editar] Ligações externasLao Tse TAO TE CHING: O Livro do Caminho e da Virtude, segundo a Tradução do Mestre Wu Jyh Cherng
Sociedade Taoísta do Brasil
Uma excelente tradução em português é O Escrito do Curso e da Sua Virtude de Mário Bruno Sproviero, que traz também o texto em chinês
Água mole em pedra dura: sobre um motivo taoísta na lírica de Brecht, de MARCUS V. MAZZARI, inclui a tradução do poema Lenda sobre o surgimento do livro Tao Te Ching durante o caminho de Lao-tsé à emigração, citado neste artigo.
Mantra de Pureza e Serenidade - atribuído a Lao Tse, tradução Tsai Shien Jong
O Cânon Taoísta (Daozang) (em castelhano)De Freud a Bion por los Caminos de Lao-Tsu - Artigo do psicanalista Ignacio Gerber (em castelhano)157 versões completas do Tao Te King em 24 línguas, mais 27 em chinês (em inglês)Texto do Dr. Russell Kirkland, The "Laoist" Community (em inglês)10 imagens representando a domesticação do Búfalo, em inglês (em inglês)Laozi (Lao-tzu) na Enciclopédia de Filosofia da Internet, em inglês (em inglês)老子 Lǎozĭ 道德經 Dàodéjīng Chinese+English+German (Dr. Hilmar KLAUS) (em inglês)
A Wikipédia possui o:Portal de Filosofia
BIOGRAFIASA B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Lao_Zi"Categorias: Taoísmo Cao Dai Filósofos da China Alquimistas da China Taoístas Bibliotecários da China

88. LAO-TSÉ.


87. PORCELANA CHINESA.



REFERÊNCIA:
pix.com.ua/pt/art/museums/museum_china/433056-see.html - 23k -

86. VASOS DE PORCELANA.

CONJUNTO DE QUATRO VASOS JAPONESES.




85. Vasos Chines.


quinta-feira, 28 de maio de 2009

84. Gruta na China.


Iuoyang Henan - Província da China.

83. Luís de Camões - Verdes são os campos.

Verdes são os camposVerdes são os campos,De cor de limão:Assim são os olhosDo meu coração.Campo, que te estendesCom verdura bela;Ovelhas, que nelaVosso pasto tendes,De ervas vos mantendesQue traz o Verão,E eu das lembrançasDo meu coração.Gados que pasceisCom contentamento,Vosso mantimentoNão no entendereis;Isso que comeisNão são ervas, não:São graças dos olhosDo meu coração. Luís de Camões.

Referência:
http://users.isr.ist.utl.pt/~cfb/Vds/camoes.html

82. Luís de Camões - Amor é fogo que arde sem se ver.

Amor é fogo que arde sem se ver
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís de Camões

81. Castro Alves - As Duas Rosas.

Portal de Emoções... Reflexões, Mensagens, Frases, Gifs, Poemas...
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Poemas Românticos
As Duas Rosas
Castro Alves

I
São duas rosas unidas, São duas flores nascidas Talvez no mesmo arrebol. Vivendo no mesmo galho, Da mesma gota de orvalho, Do mesmo raio de sol.

II
Vivendo... bem como as penas Das duas asas pequenas De um passarinho no céu. Como um casal de rolinhas como a tribo de andorinhas Da tarde no frouxo véu.



III
Vivendo, bem como os prantos Que em parelhas descem tantos Das profundezas do olhar. Como o suspiro e o desgosto, Como as covinhas do rosto, Como as estrelas do mar.

IV
Vivendo... ai, quem pudera, Numa eterna primavera, Viver qual vive esta flor. Juntar as rosas da vida Na rama verde e florida, Na verde rama do amor.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

80. Modigli, Amédeo Clemente (escultor e pintor italiano).

Retrato de Mogli, Amídeo Clemente.


Retrato de Blaise Candrars (1918).


Pequeno camponês.

Cabeça - Material calcário.



Nua, sentada no divã.

Cariátide.


Máscaras africanas.
Referência:
olhares.aeiou.pt/mascaras_africanas_foto269510httl

79. Respeito à ecologia; ao paisagismo; ao meio-ambiente é atitude de civilidade.